In These New Times

A new paradigm for a post-imperial world

Portugal victim of war on Euro

Posted by seumasach on January 15, 2012

The Portuguese government considers the decision of S&P to downgrade its debt two notches to be “unfounded”, without reflecting either the economic or political reality of Portugal’s counter-crisis measures. Specifically it fails to reflect the consensus within Portuguese society around these measures. A   study by MEP Diogo Feio calls for the end to the North American oligopoly of the rating agencies and, like Merkel, the end of legal obligation by investment institutions to take into account their ratings.

Portugal vítima da guerra ao euro

Correo da Manha

15th January, 2012

É “infundada” a decisão da Standard & Poor’s em baixar o rating nacional em dois níveis, para ‘BB’, uma posição já considerada lixo, diz o Governo português, em reacção à avaliação da agência de notação norte-americana.

Seguindo o exemplo da Moody’s e da Fitch, a S&P justifica o corte com o “ambiente político enfraquecido” do País, que prevê terminar 2012 com um PIB de 106%. Mas o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, responde que a S&P deixou cair os critérios económicos e optou por uma análise que “não reflecte adequadamente as realidades nacionais”. Entre outros factores, invoca o consenso político em torno do projecto de ajustamento, cumprimento das medidas da troika, reformas estruturais, procura da consolidação orçamental e as estimativas para o PIB de 2011, que apontam uma recessão menos acentuada.

A S&P baixou também o rating de oito países europeus, incluindo França e Áustria, que tinham a nota máxima, ‘AAA’, e caem um nível, para AA+. Espanha, Itália e Chipre viram o rating descer dois níveis; Malta, Eslováquia e Eslovénia baixaram um.

ESTUDO PROPÕE FIM DE OLIGOPÓLIO NORTE-AMERICANO

A criação de uma agência europeia “não pode ser pensada como um meio para melhores notações para a dívida dos estados europeus”, defende o eurodeputado do CDS Diogo Feio.

O responsável, que elaborou um estudo sobre as agências de notação, sustenta que o “oligopólio” das três agências dos EUA [Moody’s, S&P e Fitch] deve terminar, e sugere “alterar a legislação que atribui efeitos automáticos às notações, substituindo-as pelas análises dos próprios emitentes, dos bancos ou dos reguladores”.

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